Curso online de Musculação do Iniciante ao Avançado

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

14:48:00

Dez motivos para ter um mini-trampolim em casa


Nas academias, as aulas de power jump ou jump fit, com exercícios realizados sobre um mini-trampolim, são uma febre. Divertida e dinâmica, a modalidade melhora o condicionamento físico, ajuda a emagrecer, tonifica os músculos e ainda proporciona maior equilíbrio e coordenação motora. Quer mais um motivo para se render à atividade? Dá para você treinar na sua própria casa.

Tudo bem que para isso você vai ter que comprar uma cama elástica. O preço varia de acordo com a marca, mas com 150 reais já dá para levar uma. E, tem muita loja que ainda facilita a compra do aparelho a partir do pagamento parcelado. O MinhaVida conversou com o professor de ginástica Marcelo Jaime Vieira, da academia Bio Ritmo, de São Paulo, para provar que o investimento vale a pena em nome da saúde, da boa forma e do lazer. Confira abaixo nove bons motivos para apostar no pula-pula de adulto.


Dá pique de sobra para realizar as tarefas ao longo do dia

Por ser um exercício aeróbio, vai aumentar o seu condicionamento físico e melhorar o funcionamento do seu sistema cardiorrespiratório. "Mas antes de começar a saltar sobre a lona na sala de casa ou no quarto, consulte um médico para saber se está tudo em ordem com sua saúde para realizar exercícios", explica Marcelo.

mulher medido a barriga com uma fita métrica - Foto: Getty Images

Elimina gordurinhas

Uma aula de 30 minutos pode queimar de 200 a 400 calorias, dependendo da intensidade da atividade sobre a cama elástica. Considere os seguintes níveis de intensidade: caminhada (leve); corrida com pequena fase aérea (média); corrida com elevação de joelho (moderada-alta) e sprint, que é a corrida bastante acelerada (alta).

mulher pulando na cama elástica - Foto: Getty Images

A atividade é divertida e dinâmica

As séries de exercícios podem ser bastante variadas. Coloque uma música para servir de estímulo. Uma série que dá resultados e leva cerca de 40 segundos é : 8 corridas, 8 polichinelos, 8 exercícios laterais e 8 elevações de joelho (veja como executar os movimentos logo abaixo). "Quem tem bom condicionamento, pode repetir a série por quatro vezes, sem intervalos, e intercalar com uma caminhada de um minuto para recuperar o fôlego. Mas se você era sedentário, faça uma série completa e intercale com uma caminhada de 30 segundos", diz o professor da Bio Ritmo.

celulite - Foto: Getty Images

A modalidade é a campeã para combater a celulite

Os saltinhos na cama elástica favorecem a flexão dos músculos dos membros inferiores e faz com que se pressione levemente os gânglios linfáticos da região, proporcionando uma espécie de drenagem linfática, que ativa a circulação e facilita o processo de eliminação das toxinas do organismo.

homem usando o minitrampolim - Foto: Getty Images

Não ocupa espaço

O acessório tem, em média, uma largura de 92 centímetros e profundidade de 20 centímetros. E ainda há versões dobráveis. Portanto, você pode guardá-lo facilmente em qualquer lugar da casa ou até mesmo escondê-lo embaixo da cama.

mulher magra - Foto: Getty Images

Deixa o corpo durinho

Os movimentos ajudam a tonificar, principalmente, membros inferiores (coxas, panturilhas, o bumbum e os músculos da região do quadril).

minitrampolim - Foto: Getty Images

As crianças adoram

Seu objetivo é treinar, mas se você tem filhos, sobrinhos, primos ou volta e meia se vê na função de babá do filho dos amigos, a cama elástica é uma ótima atração para os pequenos se esbaldarem.

mulher com o joelo lesionado - Foto: Getty Images

Afasta lesões

Os exercícios fortalecem a região de musculatura flexora do quadril, que é fundamental para proteger os joelhos e tornozelos. De acordo com um estudo da Universidade de Oklahoma (EUA), a lona elástica absorve 87% dos impactos. O fortalecimento muscular da área do quadril contribui diretamente para uma melhor estabilidade do corpo.

barriga durinha  - Foto: Getty Images

Deixa a barriga durinha

Por causa do equilíbrio que ficar em cima da cama elástica demanda, fortalece a musculatura do core - é um cinturão de força, um conjunto de músculos abdominais e dorsais que, juntamente aos do quadril, formam o núcleo do corpo. A estrutura também é responsável pela manutenção da postura e proteção da coluna contra impactos e sobrecargas.

homem usando o minitrampolim - Foto: Getty Images

Aprenda a se exercitar sem sair do lugar

Caminhada: realize como se fosse uma marcha, é feito com a ponta do pés sempre em contato com a lona e há uma pequena flexão do joelho.

Corrida: o movimento é de subida e descida sempre com um pé na lona e depois o outro. O joelho forma um ângulo de 45 graus entre a coxa e a perna.

Corrida com elevação de joelho: nesse exercício, o joelho sobe até a altura da linha do quadril, formando um ângulo de 90 graus entre a coxa e a perna.

Sprint: corrida de intensidade forte com pique acelerado. Polichinelo: como na brincadeira, você vai abrir e fechar as pernas ao mesmo tempo.

Polisapato ou tesoura: variações do polichinelo com movimentação alternada das pernas para frente e para trás.

Elevação de joelho para a lateral: lembra o movimento de aquecimento feito por jogadores de futebol. Com o tronco fixo, eleva-se o joelho direito na altura do quadril em direção a mão esquerda e vice-versa.

Laterais: é o mesmo movimento do canguru só que para os lados. Com os dois pés juntos, pule em direção as laterais da cama elástica.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

17:34:00

Programa de Wellness dentro das empresas

Os últimos anos se tornaram verdadeiros desafios de estratégia para as empresas relativamente a recursos humanos, e não é para menos. A recente crise financeira mundial trouxe consigo uma redução de custos e uma limitação em budgets como impacto imediato nas organizações, porém no longo prazo mudou por completo as regras do jogo, produzindo uma redefinição das políticas de benefícios e gestão estratégica de pessoal em função das necessidades de retenção, atração e satisfação dos talentos. Poderíamos dizer que um impacto adverso da crise foi o de produzir uma redefinição dos padrões pessoais de bem-estar das pessoas, o que está fazendo com que mercados, empregadores e empregados a repensem os seus valores fundamentais. Os líderes de recursos humanos de hoje administram pessoal que não procura apenas ser produtivo, mas também sentir-se mais feliz dentro das organizações; que trabalha para viver bem, mas não vive unicamente para trabalhar; que espera uma proposta de valor que se adapte às suas necessidades específicas; em poucas palavras, algo que permita ser mais em vez de ter mais. Estamos falando de uma força produtiva dinâmica, diversificada de multigeracional, cujo DNA mudou e que além de produzir mais, prefere agregar mais valor para a organização, assim como para si mesmo. Para começarmos a falar de Bem-Estar (ou Wellness, como é conhecido na área de recursos humanos) vale a pena concluir o foco de ação e discussão do presente documento; falaremos de Bem-Estar em população ativamente trabalhadora, de empresas do setor privado na República Mexicana. Esta é uma definição que conseguimos elaborar ao longo da experiência com as empresas: “É um programa estruturado de longo prazo, voltado ao melhoramento integral da saúde e da qualidade de vida dos empregados, por intermédio da prevenção, do diagnóstico precoce de fatores de risco e monitoramento dos empregados”. Os números falam As principais causas que geram impacto na qualidade de vida dos empregados são: ■ Estresse no trabalho 68% ■ Doenças gastrointestinais 62% ■ Problemas pessoais, emocionais e familiares 45% Fonte: Pesquisa de Benefícios e Saúde da Mercer México 2011 Os programas de Wellness abrangem diferentes dimensões ou pilares, nos quais entram em jogo inúmeros fatores, desde o financeiro (tido como budget), o volume da população, a sua demografia, a cultura organizacional, entre outros; mas que no geral podem se resumir em cinco grandes pilares: 1.Saúde e Bem-Estar Físico 2.Bem-Estar Emocional 3.Bem-Estar Financeiro 4.Desenvolvimento e finalmente 5.Flexibilidade (Salário Emocional) Nos últimos anos, nós temos visto um pico no desenvolvimento de programas de Wellness destinados à saúde; que parece lógico, pois se trata do primeiro elo para poder seguir adiante com os demais pilares. Sem ser excludentes, é razoável pensar que a população deve ter as suas necessidades básicas de saúde atendidas para que possa se dedicar a outras áreas como, por exemplo, Emocional e/ou Financeira. Dessa forma, este é o espectro no qual muitas organizações concentram seus esforços de implementação. O Salário Emocional corresponde a todas aquelas práticas que permitem grupos específicos de população a melhorar a sua experiência de vida no trabalho dentro da empresa. Alguns exemplos são horário flexível, “Home office”, traje casual, licenças especiais com recebimento parcial de salário, dias para resolver assuntos pessoais, horários de amamentação, licença paternidade, entre outros. É importante ressaltar que as necessidades da população no que tange à bem-estar variam e são mudam ao longo do tempo para um mesmo indivíduo, seja em função da idade, o nível dentro da organização, o ciclo de vida do empregado e outros aspectos culturais que geram um impacto em seu comportamento geral. Todas estas etapas podem ser cobertas por intermédio de estratégias de flexibilidade para chegar à maioria dos públicos e adaptar-se às suas necessidades. De acordo com a OMS: “saúde é um estado de bem-estar físico, mental e social completo, e não apenas a ausência de doenças ou enfermidades”. A qualidade de vida não se reduz ao “rendimento médio per capita”, mas também abrange a capacidade das pessoas em expressarem o seu potencial máximo, ou seja, “a habilidade para conquistar um funcionamento valioso” que a pessoa alcança por meio de controle dos recursos em forma de dinheiro, posses, conhecimento, energia mental e física, relacionamentos sociais, segurança, entre outros. A Saúde Física é um pilar importante de Bem-Estar e o mais conhecido dos temas quando uma organização pretende implementar um Plano de Wellness; sendo assim, existem outras dimensões que desempenham um papel crucial para alcançar a expressão máxima do potencial do indivíduo. No México, o principal motivo que levam as empresas a implementar Programas de Wellness está na satisfação dos empregados, em contrapartida ao argumento de contenção de custos em saúde que normalmente ouvimos dessas mesmas organizações, o que nos permite constatar que o peso dado às outras dimensões de Wellness é no final das contas maior. Na edição 2011 da Pesquisa de Benefícios e Saúde da Mercer, ao perguntar sobre as razões para implementar o programa de Wellness e o seu principal impacto, 95% das empresas participantes selecionaram a satisfação dos empregados em primeiro lugar, a competitividade em segundo (56%) e os altos custos com saúde ocupando a terceira posição (54%). Os programas de Wellness exigem uma aproximação integral por parte das organizações e um entendimento diferenciado do que é Bem-Estar que permita iniciativas bem-sucedidas de longo prazo. Entre os inúmeros fatores de sucesso para a implementação e a manutenção de um programa de Wellness destacam: A participação dos empregados é voluntária e com um objetivo de participação superior a 40% dos empregados para que seja bem-sucedida O programa deve contar com mecanismos para proteger o gerenciamento das informações com absoluta confidencialidade É necessário oferecer tranquilidade aos empregados no sentido de que não haverá repercussões trabalhistas de nenhuma natureza, seja pela identificação de riscos ou da participação ou não nos programas As observações devem estar orientadas a grupos específicos de risco a fim de otimizar os recursos e evitar as ineficiências No prazo médio, são estabelecidos os indicadores de acordo com a maturidade do programa; e no longo prazo, é registrado um ROI diretamente relacionado aos programas, é importante ressaltar que cada etapa proporciona benefícios relacionados ao programa, e considerar que os benefícios serão diferentes e cada vez mais consistentes de acordo com a fase do programa. Concluindo, o conceito de Wellness se consolidou nos últimos anos, alinhando-se com a estratégia da empresa e transformando-se em um fator integral da proposta de valor para os empregados. A estratégia dos planos de Wellness que as organizações implementam devem variar em função das necessidades específicas dos grupos de pessoas dentro de seu universo de empregados pois, do contrário, se perpetuará o erro de desenvolver benefícios e soluções homogêneas para todos os colaboradores, que depois de um grande esforço poderiam ser percebidos como ações fora de foco ou ser poucos valorizadas pelos empregados. Cobrir todos os pilares deste conceito integral de Bem-Estar descrito acima é indispensável caso se pretenda que o programa persista e se posicione com o tempo.
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